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Atributos
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Poderia-se fazer uma lista imensa dos nomes de Esu ancestrais cultuados no Brasil e África, mas esse exercício é desnecessário no momento.
O mais importante é destacar as funções desses Esu ancestrais nos rituais:

 

Esu Yangi:

É o princípio de tudo, a própria memória de Olodunmarê, seu criador.

 

Esu Agba ou Esu Agbo:

É o nome que mostra sua ancianidade; ele é o mais velho e, por conseqüência, o pai que é retratado no mito em que Orunmila o persegue através dos nove Orun.

 

Esu igba keta

É o terceiro aspecto mais importante de Esu que está ligado ao número três, a terceira cabaça onde ele é representado pela figura de barro junto aos elementos da criação.

 

Esu ikorita meta:

É ligado ao encontro dos caminhos ou a encruzilhada; o encontro de três ruas ( Y ).

 

Esu Okoto:

É o representado pelo caracol agulha, mostra a evolução de tudo que existe sobre a terra, e está ligado ao Orisa Aje Saluga, o antigo Orisa da riqueza dos Yoruba.

 

Esu Obasin:

É por este nome é conhecido e cultuado em Ile Ifé.

 

Esu Odara:

É o que, se satisfeito através do sacrificio, traz a felicidade ao sacrificante.

 

Esu Ojisé ébó:

É ele que observa todos os sacrifícios rituais e recomenda sua aceitação, levando as súplicas a Olodunmarê.

 

Esu Eleru:

É o que leva os carregos dos iniciados (Erupin)

 

Esu Enugbarijo:

É o que devolve a todos o sacrifício em forma de benefícios.

 

Esu Elegbara:

É o todo poderoso que transforma o mal em bem, cujo poder reside na transformação das coisas.

 

Esu Bara:

É um dos mais importantes aspectos de Esu, pois ele é o Esu do movimento do corpo humano, infundido no corpo pré-humano, ainda no Orun por Obatala, sendo "assentado" no momento da iniciação, junto com o Ori e o Orisa individual.

 

Esu Lonã:

É o senhor de todos os caminhos do mundo.

 

Esu Olobé:

É dono do obé (faca), tem que reverenciado ao começar todos os sacrifícios, onde a faca é necessária.

 

Esu Élébó:

É o carregador de todos os Ébo.

 

Esu Odusô ou Olodu:

É ele que tem seu rosto retratado no Opon Ifa, e vigia o Babalawo para que este não minta; é o que vigia os oráculos (Opélé-Ikin-Erindilogun)

 

Esu Elepo:

É ele que recebe o sacrifício do azeite de dendê.

 

Esu Inã:

É um dos aspectos mais importantes deste Esu primordial, é presidir o Ipade, sendo o dono do fogo. É a Esu Inã que os Babalorisa/Iyalorisa se dirigem no começo do Ipade, uma das mais importantes cerimônias do ritual afro-descendente religioso:

 

E Inã mojuba

Inã Inã Mojuba Aiye

Inã mojuba

Inã Inã Mojuba Aiye...etc.

 

Outra forma de se dirigir a Esu, e que causa certa confusão, é quando seus acólitos a ele se dirige por seus EPITETOS que , por serem mais comuns, transformaram-se erroneamente em nomes: Exemplo;

 

Esu Tiriri

Esu Akesan

Esu Lode

Esu Barabo

Esu Alaketu

Esu Ijelu

Esu Bara lajiki

Esu Marabo...etc.

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